ANDRÉ PORTUGUÊS, O GRANDE!

Dê o poder ao homem, e descobrirá quem ele realmente é !
Maquiavel

Ao que podemos ver, o poder subiu mesmo a cabeça do Prefeito de Miguel Pereira, André Português. O “mandatário” em menos de três meses à frente do governo já esta “metendo os pés pelas mãos”.
Mesmo não tendo o parecer favorável do Ministério Público Estadual para intervir na Fundação Miguel Pereira, o prefeito mandou para a Câmara um pedido de um Crédito Adicional Especial no valor de R$1.100.000,00 (um milhão e cem mil Reais) para a desapropriação do Hospital Santo Antônio da Estiva Na sessão que aconteceu na câmara de Miguel Pereira no dia 13 de março, o pedido foi aprovado por 10 votos a favor, o que gerou muita revolta entre os presentes.

A pergunta que não quer calar é: porque o “homem da saúde” quer desapropriar sozinho o hospital? Ele sequer compartilhou com as autoridades do município de Paty do Alferes suas intenções, mesmo sabendo que o município vizinho paga R$ 290.000,00 mil mensalmente ao pronto socorro do mesmo.

Qual o destino de mais de 160 funcionários?

André Português sabe muito bem que com a desapropriação do HSAE, mais de 160 funcionários e seus familiares ficariam na rua da amargura. DESEMPREGADOS EM PLENA CRISE!
Sem direito a nada, pois na proposta de desapropriação o alcaide deixa bem claro que o município não arcará com a dívida de 13 milhões do hospital.

Uma bagatela!

Desapropriar um imóvel de mais de R$30.000,00, pela bagatela de R$ 1.100.000,00 é no mínimo imoral e injusto.

Procurador geral da Prefeitura admite que o município não tem condições de manter o hospital.

Em sua fala o Procurador Geral do município disse claramente que com a receita que Miguel Pereira gera hoje, seria inviável para o município administrar o hospital, e como opção, a Prefeitura poderia entregar o hospital a outra fundação ou entidade filantrópica contratada através de chamamento público.
Ora, será que ninguém esta vendo o que esta acontecendo em Miguel Pereira? Em passos largos e muito mais rápido do que se imaginava o “mandatário” esta construindo um caminho onde não haverá luz.

As perguntas:

1- As contas da fundação, em última análise, foram realmente rejeitadas?
2- Poderia desapropriar sem judicializar?
3- Não há a necessidade de perícia mercadológica, no sentido de ser indenizado o justo valor?
4- E, o período que foi divulgada a intervenção. O uso da coisa (hospital), será que a pobre fundação recebeu indenização?
5- E, os munícipes vizinhos? A saúde de Paty do Alferes como ficará?
6- As ações estão sendo feitas em conjunto?
7- Houve proposta de eventual convênio ou reciprocidade, considerando que a cidade de Paty também é beneficiada pelo Hospital Santo Antônio da Estiva?